Para tudo na vida: iPAD

16 dez

https://i2.wp.com/info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/ipad-steve-jobs-apple-20100329141410.jpg

Compre, Baton. Compre, Baton!

A Apple trouxe o iPad. Segundo palavras da empresa, “um produto mágico e revolucionário, por um preço sensacional”. Ontem eu entrei em uma discussão calorosa no Facebook por conta desse aparelhinho. Um amigo postou que esteve em um restaurante cujos cardápios eram…. iPads! Eu questionei o porquê de as pessoas aplaudirem tanto esse tipo de bobagem, uma vez que cardápios comuns são bem mais elegantes e aplicáveis à situação de um restaurante. Mas não pode. Temos que seguir o frenesi do momento, que diz que o tabblet da Apple suas tecnologias revolucionárias devem ser aplicadas a tudo que faça sombra. E todos apaludem, encantados com a modernidade que cria soluções para problemas que não existem. Enquanto isso, o suco continua aguado e caro. As pessoas, sem o senso do ridículo.

Por que odeio carros?

15 dez

Os mais próximos sabem o ódio que nutro pelos carros. Na sexta-feira da semana passada, ao voltar para casa, eu tirei uma foto da calçada da minha rua, que fica em uma área residencial. Se não bastassem as calçadas irregulares – um prato cheio para acidentes, ainda tenho que disputar espaço com os carros que já entupiram por completo as ruas, e agora migram para o que é de direito do pedestre.

A vontade que tenho ao ver carros estacionados na calçada é pegar uma tampinha de garrafa e extravasar minha ira contra esse invento que preza pelo individualismo e desrespeito. Uma pena que aboli o refrigerante de minha dieta.

DSC00293

Estar conectado até que ponto?

13 dez

https://i1.wp.com/www.smartphonemania.net/wp-content/uploads/2010/12/desligar.jpg

Sábado eu fui ao excelente show do Sururu na Roda, que homenageou os 100 anos de Noel Rosa. O concerto, que aconteceu na Caixa Cultural, foi muito bacana. Tudo parecia perfeito: belas vozes, som impecável e lugar bem climatizado. Porém, duas pessoas me incomodavam. À minha esquerda estava sentado um senhor que parecida ter DDA. Ele repetia os movimentos da percurssão na cadeira, cantava em voz alta e olhava a cada 5 segundos para os lados e corredor. O da direita me impressionou mais: chegou atrasado, fedia a cigarro e passou o show inteiro lendo e postando mensagens no Facebook. Para piorar, o celular do indivíduo piscava um led insistente, como um radar.

Para o problema do primeiro, penso que apenas medicação resolveria. O segundo, no entanto, poderia simplesmente desligar o aparelho e participar do mundo real. Diante da situação, pensei sobre essa coisa frenética que as pessoas tem de estarem 24 horas online no mundo virtual e praticamente – porque ainda precisam respirar, é verdade – offline no real.

Decisões

23 nov

Por que é tão difícil tomar uma decisão? Dizem que os arianos são impulsivos, mas uma tarefa simples – como comprar pilhas recarregáveis – pode se transformar em uma empreitada de semanas (no mínimo). Talvez o problema não esteja exatamente entre o que escolher, mas no que essa escolha pode resultar mais a frente. É o tão conhecido arrependimento, que em mim se manifesta nas mais variadas e intensidades.

Ser politicamente correto é… se lascar.

18 nov

https://blogdonoia.files.wordpress.com/2010/11/seringa.jpg?w=276

Desde sexta-feira eu estava com uma dor na garganta idiota. Ia e voltava. Nesta noite ela me incomodou um pouco mais. Nessa situação, qual seria a reação de uma pessoa sã nas condições normais de temperatura e pressão? Ir até uma farmácia e pedir um antibiótico (amoxilina, azitrominicina etc…). Nããããããão. Você tinha que fazer o certinho. Acordei cedo e fui ao hospital para pedir a opinião de um profissional gabaritado.

Quando cheguei, expliquei que o realmente me incomodava era o fato de que a dor persistia por dias, mas não me incomodava, pois não causava febre, vômito ou dor de cabeça. Ele pareceu ignorar tudo o que eu disse. Simplesmente me receitou Benzetacil, dipirona e relaxante muscular. Os dois últimos foram injetados na minha veia (e doeu bastante). O primeiro…bem, o primeiro foi aplicado na bunda mesmo (nada de piadinhas, por favor).

O resultado é que estou com a banda direita dolorida por conta de uma dorzinha que não me incapacitou em momento algum. Acho que nem mesmo um usuário de drogas tem o corpo perfurado tantas vezes em um único dia. Da próxima vez irei até a farmácia mais próxima. E viva a automedicação!

Bipolaridade musical

5 nov

Há dias nos quais estou bipolar para a música. Explico: já imaginou escutar Michael Jackson e logo em seguida ouvir a Gal Costa dos anos 80? E por que não colocar Mika na lista de execução do Winamp e depois ouvir Jackson do Pandeiro?

SKY = imagem lixo de sempre

28 out

Havia 2 ou 3 anos que eu estava sem tv por assinatura. Depois que a Directv se fundiu com a SKY – e fomos migrados para esta última – eu sabia que aquilo iria me irritar. E eles conseguiriam. Eu cancelei minha assinatura por conta da sensível queda da qualidade na imagem.

O tempo passou e eu me meti novamente a assinar a SKY. Na verdade, não é exatamente uma TV por assinatura. É um tal SKY Livre, uma parabólica da SKY que você pode adicionar canais pagos quando quiser. Sem fidelidade, como em um sistema pré-pago. Caso não faça nenhuma recarga, apenas os canais abertos ficam liberados. E este era o meu objetivo: apenas ter TV Cultura de São Paulo e o canal Futura no meu quarto. O fato de todo o cabeamento ainda estar lá também me influenciou a entrar nessa.

Eles me deram 1 mês de degustação de canais pagos diversos. Imediatamente eu me lembrei o porquê de ter largado aquilo. A imagem dos canais que mais gosto são piores que a do Youtube. E olha que eu utilizo uma TV de 21 polegadas de tubo! Tem ainda a propaganda enganosa de que há a Globo Brasília. Eles não consideram Ceilândia como área de Brasília. Veja você que quem mora em Contagem (que não é Belo Horizonte) recebe a Globo Minas.

É. Talvez seja política da empresa manter essa imagem porca para forçar os clientes a migrarem para os fabulosos combos HD. Enquanto isso, peço a SKY que aguarde sentada por minha recarga.

Mencionei que ela não funciona na chuva?