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Passado, presente e futuro da comunicação

27 jan

O Link, do Estadão, publicou um infográfico feito pelo Philip Sheldrake que resume bem o desenvolvimento da comunicação desde o tempo das cavernas até 2011. Coloque seu inglês em prática!

 

https://i1.wp.com/blogs.estadao.com.br/link/files/2011/01/Content-an-illustrated-history-500.jpg

Fonte: http://www.philipsheldrake.com/2011/01/content-an-illustrated-history/

Suporte técnico em informática: compreensão acima de tudo.

24 jan

Querido leitor,

Você tem uma multifuncional que lhe oferece duas formas de tirar cópias: a primeira, é abrir a tampa, colocar o documento no vidro e apertar o botão. A outra, é colocá-lo em um orifício, que puxará o documento para dentro da impressora. Presume-se que algum mecanismo de rolos fará o mágico trabalho na segunda opção.

Diante do exposto, qual seria a melhor atitude quando se trata de uma certidão de nascimento com marcas de dobras e coloração amarelada?

O “usuário” que solicitou o suporte escolheu a segunda alternativa. E eu vivenciei por meia hora uma espécie de parto, quando a dilatação não é suficiente.

Muito amor nesse meu trabalho, minha gente.https://i2.wp.com/www.essex1.com/people/chuckbri/dilbert1993043090804.gif

Facebook vale tudo isso?

17 jan

Hoje o Link, caderno de informática do Estadão, publicou uma matéria sobre o drama do My Space. O site enfrenta sua pior crise, que passa por demissões e perda em massa de usuários e, ainda, sofre para conseguir quem o compre. Não vale mais o que pagaram por ele.

Isso me faz pensar novamente no frenesi diante do Facebook. Não poderia este ter o mesmo fim do My Space? Eu particularmente não acredito que o “livro de caras” valha 50 bilhões de dólares. Dizem que esse preço absurdo baseia-se no potencial que o serviço tem para gerar dinheiro. Bem, diziam que o My Space tinha esse potencial todo. Não conseguiu.

Um trecho da matéria resume o que penso: uma especulação sem fim.

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“O declínio do MySpace é mais um exemplo da fragilidade desse tipo desse tipo de serviço, que vai da sensação ao sumiço em um instante. Segundo a comScore, o site tinha 54,4 milhões de usuários no final de novembro, depois de perder mais de 9 milhões deles em relação a 2009. “O MySpace era uma grande festa, mas a festa mudou de lugar”, disse Michael J. Wolf, ex-presidente da MTV Networks da Viacom. Em termos gerais, o declínio do MySpace lembra o infeliz pacto concluído pela AOL com a Time Warner: uma empresa de internet de grandes ambições, vítima de um choque de culturas, precipitado pela fusão num grande conglomerado de mídia. Surgiu então um concorrente com uma tecnologia melhor”.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/myspace-ladeira-abaixo/

Pac Man no Google “custou” às empresas mais de US$ 120 milhões

25 maio

Juro que eu pensei na questão do gasto de tempo e consumo de banda por causa da inserção do joguinho mais famoso do mundo na página de busca do Google.

Eu não esteva errado. Vejam:

Pac Man no Google “custou” às empresas mais de US$ 120 milhões

Por PC World (E.U.A.)

Segundo ferramenta de monitoramento de uso da web, funcionários de escritórios passaram mais de 4 mil horas jogando o game na home do Google.

Na semana passada, Pac Man, talvez o mais famoso game de todos os tempos, completou 30 anos. E para comemorar a data, o Google colocou uma versão executável do jogo em sua home page.  Estratégia das mais acertadas para o portal de buscas? Com certeza. Mas nem tanto para as empresas.

Isso porque o blog do Rescue Time – aplicativo de monitoramento que verifica o uso que funcionários fazem da internet no escritório –  fez alguns cálculos rápidos no último fim de semana, para verificar o quanto de produtividade foi perdida no ambiente de trabalho com o fato de que muita gente preferia jogar Pac Man ao invés de realizar seus trabalhos.

O pessoal do software tomou uma amostra aleatória de seus usuários – cerca de 11 mil pessoas que passaram algum tempo no Google no dia 21 de maio, data em que o Pac Man se tornou executável na página . E comprovou que 4.820 horas de trabalho foram desperdiçadas por causa do game.

Segundo o relatório do Rescue Time:

– o usuário passou uma média de 36s a mais do que o habitual no Google.com no dia 21 de maio;

– o “Google Pac Man” consumiu precisamente quatro mil horas, 819 minutos e 352 segundos  dentro do ambiente de trabalho;

– o tempo dedicado ao jogo gerou perdas que totalizaram mais de 120 milhões de dólares;

– essa quantia é suficiente para pagar 19.835 funcionários do Google durante seis semanas

Disponível em: (http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2010/05/25/201cgoogle-pac-man201d-gera-queda-de-produtividade-no-trabalho)

Como anda o seu Gmail?

5 maio

Quando o Gmail surgiu, com 1GB de espaço, o Hotmail ainda oferecia 3MB. O tamanho era tanto que dentro do webmail do Google não havia a opção “apagar”. Para eles, nós deveríamos classificar, ao invés de apagar.

O tempo passou e a quantidade de e-mails começou a aumentar absurdamente. Como o Gmail não trabalha com pastas, você tinha um amontoado de mensagens na sua caixa de entrada. A minha situação não estava tão crítica, mas confesso que ter 900 mensagens na caixa de entrada é um tanto quanto desesperador.

Hoje eu decidi que organizaria tudo isso. E encontrei um longo post no blog “Loja de Grosserias”, que ensina como aproveitar melhor o que o Gmail possui para organizar as mensagens e, é claro, usar o que você nem sabia que existia. O resultado é este:

image

Nada de e-mails na caixa de entrada. Tudo está arquivado com labels devidamente identificados. Para se ter ideia da lavagem do bonfim, eu estava usando 17% da capacidade do Gmail. Agora, apenas 1%.

A dica do blog está aqui: http://grosserias.blog.br/2009/04/29/voce-nao-sabe-usar-o-gmail/

iPad: você ainda vai precisar de um. Será?

14 abr

https://i0.wp.com/i2.r7.com/data/files/2C92/94A3/2660/9982/0126/712F/0FD2/1886/apple-ipad-g-20100127.jpg

Compre Baton. Compre Baton!

É difícil entender como a indústria pegou uma fórmula básica e simplesmente a inverteu. Explico-me. Antes, havia um problema, que demandava uma solução, e logo tínhamos um produto para satisfazer essa solução. Hoje temos a solução para eventualmente nos depararmos com o problema.

No caso do iPad, parece ter sido esse o conceito. O Kindle, da Amazon, surgiu como um leitor de e-books revolucionário, pois dizem que a qualidade da sua imagem (o chamado e-ink) é surpreendente, e muito se assemelha ao conforto visual de uma leitura no tradicional papel. A Apple, claro, lançou a sua versão de leitor digital. Todavia, fala-se tudo sobre o produto da Maçã, exceto o fato de que ele deveria ser um e-reader e que não tem a mesma qualidade de imagem que o seu concorrente para a leitura de… livros!. Além disso, notícias pipocam diariamente sobre os atributos multimidias equipamento: pasmem, já há mais de 800 jogos para o equipamento.

Não era para ser um leitor de livros digitais? Para citar mais, a companhia de Steve Jobs adiou o lançamento internacional do equipamento, porque não está dando conta da demanda do mercado americano. Aí vem a pergunta: será que todo esse frisson sobre o iPad tem a ver com a possibilidade de carregar milhares de livros e revistas em um equipamento ou estamos diante de um iPhone com tela gigantesca. Ou ainda, não seria apenas mais um modismo, o jeito Apple descolado de ser?

Internet pela rede elétrica

29 mar

http://culturavariada.files.wordpress.com/2009/04/adslbandalargapelaenergiaeletrica_thumb.jpg

Desde que comecei a utilizar internet escuto falar do tal acesso à rede por meio da rede elétrica. Todavia, testes e mais testes intermináveis eram feitos, mas nada que resultasse em um produto vendável. Era um laboratório promissor. Por fim, hoje, recebo a notícia de que a Intelig, que foi recentemente adquirida pela TIM – e eu nem sabia – iniciou em São Paulo a VENDA de internet banda larga pela rede elétrica.

A bronca não fica tanto para os preços praticados – que estão acima do mercado, mas para a área de cobertura. Além de pequena, a intelig inicia as operações de um produto inovador em regiões da cidade de São Paulo que são plenamente atendidas por acesso rápido de ponta por diversas operadoras. Uma grande mancada, eu diria.

Em Brasília isso seria impraticável, já que com muito sufoco conseguimos energia elétrica decente. Imagine, então, trafegar dados por uma rede velha e que não dispõe do básico: energia