Arquivo | fevereiro, 2010

Paulo Octávio renuncia. Ajude a escolher o futuro interventor!

23 fev

Coloquem a música do Aerosmith, pois o armagedom se aproxima. O Bloomberg-Murdoch-Eike Batista brasiliense entregou sua carta de desfilição do DEM e, de quebra, pediu as contas.

E agora, quem poderá nos defender? Dificilmente Chapolim assumiria essa zona que se transformou o Distrito Federal. Na linha sucessória do trono temos agora Wilson Lima, um deputado com 9 mil votos – super representativo, já que brasília tem mais de 2 milhões de habitantes. Se Arruda e Paulo Octávio não aguentaram o tranco, quem dirá Wilson Lima e, adiante, o presidente do Tribunal de Justiça do DF.

Eu não concordo com Wilson Lima! E já que as as camélias estão loucas loucas para fazer um programa, o melhor seria elegermos logo nosso interventor. Na opinião desta jovem pessoa, ele deverá ser alguém conhecido e que tem prestado bons serviços ao longo dos anos. Já que não posso anunciar minha enquete no intervalo do do Big Brother, que tal escolhermos o interventor do Distrito Federal aqui mesmo?

Vamos aos candidatos!

Favor responder a enquete usando o campo comentar. Se puder, explique o porquê da escolha.

 

Antônio Fagundes (RJ)

Branca Letícia de Barros Mota (RJ)

Mão-Santa (PI)

Hebe (SP)

Narcisa Tamborindeguy (RJ)

Carlinhos Beauty (DF)

Sthefany Crossfox (PI)

Joelma (PA)

José Luiz Datena (SP)

Rita Cadillac (RJ)

Mussum (RJ)

Paulo Maluf (SP)

Joaquim Roriz (DF)

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Eu odeio Avatar.

23 fev

Será que somente eu odeio essa modinha? Tá, eu sei que não suporto a maioria dos filmes e que acho um saco ter de pegar ônibus, fila, correr pra não perder a sessão e ainda ter de aturar gente falando e barulho de celular.

Já não bastava a encheção de saco que é essa série de filmes de vampiro – mesmo porque, para mim, a onda vampiresca acabou lá atrás com a novela Vamp e a série Buffy – agora querem enfiar goela abaixo essa coisa feia e tosca que é o tal Avatar. James Cameron gastou um absurdo de dinheiro para criar uma sociedade que prometia tanto quanto a TV digital e o second life. Só se esqueceu do enredo. Como diria um amigo, aquilo mais parece Pocahontas.

O pior é ser bombardeado com imagens medonhas dessa “sociedade”, onde quer que você esteja. Acabei de entrar em um blog indicado pelo Thiago. E qual é a imagem do cabeçalho?

image Tive vontade de jogar Baygon (verde) nessa mulher com cara de barata.

Meu coração e meu bolso são capitalistas. Logo, tenho a seguinte opinião: os cinemas só vão parar de encher salas de porcarias quando pararmos de financiar diretores e produtoras que produzem essas tosqueiras. Não entendo a insistência das pessoas em ir ao cinema para ver filmes que elas já sabem que não acrescentam nada (a não ser ao bolso de produtores, atores e diretores).

Eu sei que vou levar bronca hoje, mas, por favor, sem mágoas! Ninguém lê isso aqui mesmo…

Solução para a pirataria no Brasil, segundo Estados Unidos: fim do software livre e das máquinas xerox.

22 fev

O Brasil foi colocado “em observação” pela International Intellectual Property Alliance (IIPA). Todos sabemos que a pirataria corre solta por aqui. O problema é o teor as citações e as “dicas” que a entidade dá ao País para melhorar a situação.

Alerta, por exemplo, que o Brasil deve evitar leis que incentivem o uso de software livre em órgãos e autarquias do governo brasileiro. O relatório cita, ainda, a Universidade de São Paulo, uma vez que ela permite a cópia de trechos de obras em seus centros de cópia.

O relatório parece adquirir um tom de “comoção” quando diz que “com a economia americana perdendo postos de trabalho, nosso governo precisa redobrar seus esforços para estancar o roubo global e maciço de obras americanas protegidas por direito de propriedade, tanto em forma física como na internet”.

É. Poderiam ter pedido ao governo brasileiro a inclusão de uma cópia do Windows 7 e Office 2010 na cesta básica e a retirada e substituição de todas as copiadoras por mimeógrafos a álcool, já que estamos nadando no etanol.

Já vamos "estar providenciando"!

Bob Esponja faz 10 anos!

22 fev

19 fev

Há alguns posts atrás eu falei sobre renúncias para se alcançar um objetivo e o quanto é frustrante quando não se alcança o almejado. Hoje estava refletindo e me perguntei se aos poucos não acabo por me descaracterizar, ficar menos interessante diante de tantas renúncias. Às vezes sinto um vazio enorme de conteúdo em mim, uma “falta do que falar” e de novas vivências que começa a incomodar (a mim e aos outros).

Eis que no último final de semana descobri um DVD da Gal Costa de um CD que eu já conhecia, mas não tinha explorado por completo. Foi paixão à primeira vista. É o show do CD “Hoje”, com algumas músicas a mais. A captação do evento é impecável. Músicos, arranjos, vozes: tudo em sintonia. Não deu pra não comprar.

Esse álbum foi produzido pelo João Marcelo Boscoli e conta com letras de novos compositores. A voz de Gal, por sua vez, está mais contida -até mesmo pelo envelhecimento natural-, não menos bonita. O resultado é fantástico. Para mim, este foi o CD que me incentivou a conhecer mais da carreira da cantora e até mesmo derrubar alguns preconceitos. O próximo passo é começar com a Bethânia!

A TV Digital que não vingou lá em casa.

19 fev

Recentemente convenci mamãe a comprar uma TV de LCD com conversor para que, finalmente, usufruíssemos do sinal digital, tão badalado quanto a prisão do Arruda. Confesso (e morro de vergonha) que adoro mexer com antenas, cabos e afins e que o maior interessado em ter uma TV moderninha era eu.

Parece que não pegou. Calma, minha gente. O sinal pegou direitinho. O que não pegou foi o ânimo lá em casa. Enquanto eu tenho orgasmos ao ver um filme, a novela e até o carnaval sendo transmitidos em HD, a família nem percebe o que é ou não um sinal em alta definição e nem mesmo percebe quando um canal está com enquadramento errado*. Cegueira? Talvez. Eu até liguei a TV no som da sala, mas não impressionou. Bem, talvez sejam os recursos, né? A tal interatividade! Quem sabe, quando ela chegar, as coisas melhorem. Pensando bem, acho bom que um dos recursos seja a possibilidade de conversar ao vivo com o Fagundes e o José Mayer. Do contrário, não vai empolgar lá em casa.

——

*Isso acontece pelo fato de constantemente você ter que “esticar” a imagem 4×3 para que ela preencha o espaço da TV, que é 16×9

:-(

11 fev

Nada de Banco Central para mim. A não ser que metade dos potenciais classificados morra, eu estou definitivamente fora dessa disputa. É estranho e triste ver tanto tempo, dinheiro e esforço aplicados em um objetivo que não se concretizou. Sem contar os inúmeros conflitos e renúncias para me dedicar a isso tudo.

Eu prometi que não sucumbiria a mais esse fracasso. Tá, eu sei que é, na verdade, um aprendizado. Mas não há psicologia que consiga domar o que estou matutando depois de ter corrigido a minha prova. Sei que não será agora que eu ouvirei “Adeus, batucada”.