Arquivo | março, 2009

Dragon days

30 mar

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Assim é toda manhã. E não estou me referindo à musica de Alicia Keys, mas ao hálito das pessoas que sou obrigado a atuar diariamente no metrô daqui.

Recentemente o governo brasileiro publicou uma pesquisa na qual observa-se que o brasileiro (mais de 50% da população) tem acesso irregular à escovação dental. Em outros termos, demora na troca da escova, pouco ou simplesmente não escova os dentes! E o metrô parece o lugar ideal para a materialização dessa pesquisa.

Diariamente tenho que aguentar seres bocejando ao meu lado com aquele hálito de defunto. E não é problema estomacal. É bafo de quem acordou e sequer chegou perto de uma escova de dentes. Creio que o governo deveria extender a redução do IPI (ou seja qual for o imposto) para as escovas de dente e derivados.

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Xuxa diz que tem orgasmos múltiplos e vê duendes.

27 mar

Da Folha on line

Xuxa falou, em entrevista ao "Altas Horas", ontem, em SP, que tem orgasmos múltiplos e dorme sem calcinha. Ela também reafirmou que viu um duende. E contou detalhes. Disse que uma vez tinha um debaixo de sua cama, puxando o edredom.

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Então: daria pra saber quem provoca esses orgasmos múltiplos?

O duende, aproveitando-se que a Rainha dorme sem calcinha, puxaria o edrendon e pum! Mas quem seria o duende? Não poderia ser um negão, uma vez que que ninguém apelidaria um armário de “duende”. Bem, Marlene é baixinha etc e tal…

Escolhas

25 mar

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Par ou ímpar?

Dia ou noite?

Açúcar ou adoçante?

Windows ou Linux?

Ônibus ou metrô?

Cara ou coroa?

Oito ou oitenta?

Dinheiro ou felicidade?

Preto ou branco?

Sobe ou desce?

Casado ou solteiro?

P ou M?

Gato ou cachorro?

Casa ou apartamento?

Cristão ou ateu?

Sábado ou domingo?

Homem ou mulher?

Débito ou crédito?

Branco ou tinto?

Normal ou aditivada?

Samba ou Rock?

Lápis ou caneta?

Cinema ou balada?

Globo ou Record?

Tênis ou sapato?

Rio ou São Paulo?

Lima ou limão?

João ou Maria?

Direita ou esquerda?

Mostarda ou maionese?

Romance ou terror?

Certo ou errado?

Estou em dúvida. Poderia repetir?

(autor: André Noia)

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ps.: também posso ser um poetinha vagabundo. 😀

Ter ou não ter um Twitter. That’s the question!

25 mar

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As novidades da rede mundial de computadores – a internet (by Jornal Nacional) – nunca chegam instantaneamente pra mim. Somente ontem, por exemplo, recebi um convite para entrar no Twitter. Eu conheço o serviço, é claro, mas ainda tenho mutio preconceito sobre essa questão de microblogging.

A idéia parece bacana, mas a velocidade com que as pessoas postam comentários (e o tamanho das postagens) me incomoda. Aquilo parece mais um brainstorming on line. O café derramou na mesa,  twitter nele. Faustão está usando terno, pá! Enfim. São apenas considerações momentâneas sobre algo novo para mim. E mal aderi ao blog. O fato é que, cedo ou tarde, estarei no Twitter também. É um mundo globalizado, meus caros!

Classe média matricula filhos em escolas públicas em busca de diversidade sociocultural.

17 mar

ANTÔNIO GOIS
da Folha de S.Paulo, no Rio

Num país em que a maioria das famílias de classe média ou alta vê o ensino privado como única opção, uma parcela desse grupo foge à regra e matricula os filhos em escolas públicas. Muitos procuram algo que os colégios particulares, por serem pagos, são incapazes de proporcionar: um ambiente diversificado, onde convivem alunos de vários níveis socioculturais.

Foi esta a opção de Andréa Beltrão, atriz que interpretou uma professora no filme “Verônica”, lançado neste ano.

Mãe de três filhos, ela diz que a escolha foi natural. “Eu estudei em escola pública. Minha mãe deu aula no Pedro 2º [colégio federal no Rio]. Por isso, quis para meus filhos uma escola em que o critério de entrada não fosse o dinheiro”, diz.

Casos como o dos filhos de Andréa ainda são minoria nas famílias mais ricas.
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Diversidade sociocultural, nesse caso, é sinônimo de falta de dinheiro. Sempre estudei em escola pública e às vezes via como os próprios professores colocavam em dúvida a qualidade da rede pela qual eles próprios eram os responsáveis. Comum também era aquele aluno novo que veio da escola particular para viver o “pluralismo social” da escola pública.
O fato é que cresci e o mundo não tem me cobrado essa diversidade nenhuma. Na verdade, o que me faz mais falta é o ensino conservador que não foi (e não é) dado nas escolas públicas que estudei. Estas, por sinal, servem sempre de cobaia para os mais modernos métodos pedagógicos “não opressivos” e de inclusão.

Vivência sociocultural?

Vivência sociocultural?

Mallu Magalhães argentina

15 mar

Na Argentina, uma câmera e um blog transformam uma adolescente em celebridade.
Do The New York Times

Basta que meu estado de invalidez passe para que eu volte a me deparar com notícias estúpidas. Dessa vez, no The New York Times. Vou tentar postar os trechos “mais relevantes”, mas não vou me isentar de comentar. Vejamos:
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“Cumbio está aqui!” gritou uma menina, após avistar Agustina Vivero na entrada do shopping center Abasto daqui, em um domingo recente. Correndo, a menina deu um abraço em Vivero e então sacou uma câmera, se inclinou na direção de Vivero e tirou uma foto com o braço esticado.

Em minutos, dezenas de adolescentes a tinham cercado, pedindo por alguns poucos segundos com Vivero, uma celebridade da televisão e Internet com cabelo com mechas cor-de-rosa e piercing no lábio inferior. Ao longo da hora seguinte, Vivero posou educadamente para fotos, frequentemente mostrando sua língua com piercing ou beijando sua namorada, Marulina.
O ano passado foi um turbilhão para Vivero, conhecida aqui simplesmente como “Cumbio” por causa de seu amor pela cumbia, uma fusão de música dance, pop latino e salsa que é popular entre as classes mais baixas da Argentina. Ela se projetou para a fama e riqueza inesperada ao transformar sua fama na Internet, como a mais popular “flogger” da Argentina, em uma força de marketing, assinando contratos como modelo, promovendo discotecas e escrevendo um livro sobre sua vida.

E ela tem apenas 17 anos.

“Quando as pessoas me veem na rua elas às vezes choram, ou querem me abraçar e me beijar”, ela disse em uma entrevista. “Ou me odeiam. É tudo muito surpreendente.”
(…)
Em seu livro, “Yo Cumbio”, lançado em dezembro, ela escreve que no início se sentia como Eva Duarte de Perón, a famosa ex-primeira-dama da Argentina. Em um encontro no Abasto, ela olhou para baixo, do degrau superior da escada na entrada, e jogou beijos para a multidão, como Evita Perón costumava fazer da sacada da Casa Rosada, como a residência presidencial é conhecida.
(…)
“Eu vou me divertir com isto enquanto durar”, ela disse. “Quando acabar, bem, acabou. Eu ainda terei todas as fotos.”
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É. Parece que a crise na Argentina há muito deixou de ser econômica e passou a ser cultural. Na verdade, ao meu ver, eles arrumaram a Mallu Magalhães deles, só que na versão EMO. Já dá até pra imaginar que logo largará a namoradinha e começará um romance com o Fito Páez. A sequência é toda globalizada, meus caros. O melhor é que ainda não canta – graças a Deus -, mas não vai demorar, já que ensaia os acenos de Evita. E que isso jamais se concretize: a menina gosta de cumbia!

Bem que a Xuxa poderia voltar com sua carreira internacional. Uma turnê que começasse pela Argentina, por que não?

Mallu Magalhães argentina. Não chore!

Mallu Magalhães argentina. Não chore!

ps.:
Prometo um dia falar mal da Mallu. O problema é que aquela desgraçada canta tão mal que é impossível escutar as coisas dela para poder descer o sarrafo.

Apagões em Uganda provocam aumento da natalidade

13 mar

Da BBC Brasil

O ministro do Planejamento de Uganda, Ephraim Kamuntu, afirmou que o aumento acelerado da população do país está sendo alimentado por apagões que segundo ele levam os casais a ir para a cama mais cedo e fazer sexo.
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Aqui no Brasil a gente vai pra cama mais tarde por causa do Big Brother. Ou seja, a Globo é um ótimo e eficiente controle de natalidade, uma vez que quando começam aquelas “cutucadinhas” o fulano fala “ah, estou com dor de cabeça”.